domingo, 5 de julho de 2020

Tem algum catálogo onde possa ver os convites?

Falei há dias da questão da tabela de preços dos convites, mas outra coisa que também me perguntam é se tenho catálogo.


Pois... não tenho...isto é, os meus trabalhos são o meu catálogo. E estando no mercado há 10 anos, não é um "catálogo" assim tão pequeno...

Se, por veres um determinado trabalho meu, com uma cor ou um elemento predominante achas que todos os trabalhos são como aquele, enganas-te! Felizmente! Isto porque todos os trabalhos são personalizados e personalizáveis.

Tenho noivos que quando me procuram gostam de um determinado tipo de convite, mas a cor escolhida para o casamento nada tem a ver com o do convite em questão e por vezes devem ficar a pensar "Pronto... nada feito!".

Não! De modo algum!

Desde a escolha do papel - sim! há imensos papéis e nem toda a gente gosta de brilho - à escolha do tipo de letra, às cores e decorações, tudo pode ser feito e o convite pode ser exactamente como gostariam que fosse.

Os convites e todo o material gráfico é produzido internamente, logo, todas as alterações podem ser feitas, pois tudo será feito de raiz, para cada casal.

Nenhum casamento é igual, nenhum casal tem exactamente os mesmos gostos, todos imaginam o seu casamento de forma diferente. Então, porque é que a primeira imagem que os convidados vão ter do teu casamento - os convites - têm de ser iguais a todos os outros?

Podes ver alguns exemplos no Blog e na página do Facebook, mas o melhor será sempre vê-los ao vivo e a cores, aqui na loja!

E sabias que podes apresentar a tua ideia e trabalhar a partir daí? Depois digo-te mais sobre isto...


Pensa nisto tudo quando pensares nos teus convites. Se precisares de ajuda, cá estarei!

E agora, pergunta tudo o que quiseres...

https://bit.ly/2Z0xkwF

sábado, 13 de junho de 2020

Casamentos de Santo António: como tudo começou, os motivos e os prémios

Existem desde 1958 mas foram interrompidos durante 30 anos. São um dos pontos altos das Festas de Lisboa e têm uma história incrível.


Segundo a Hemeroteca, a ideia para os casamentos nasceu de uma proposta apresentada pelo vereador Augusto Pinto, em reunião de câmara. O jornal “Diário Popular” decidiu imediatamente apadrinhar a iniciativa, e em 15 de abril de 1958, já anunciava pela primeira vez o evento, prometendo ajudar a realizar “essa tão bela ideia de promover o casamento de jovens dos bairros populares na manhã de Santo António”, escrevia-se então. 
Conforme explica o arquivo da autarquia, tanto nesse ano de 1958 como nos seguintes, este jornal foi fundamental para viabilizar os casamentos, “mobilizando a sociedade civil, criando uma onda de simpatia, captando e noticiando apoios de particulares, estabelecimentos e marcas comerciais”.
Tudo ou quase tudo foi responsabilidade e ajuda do “Diário Popular” e da sociedade por ele movimentada: desde a angariação de padrinhos, a automóveis para transporte dos noivos, aos vestidos e ramos das noivas, penteados, os fatos e os sapatos dos noivos, as alianças, os produtos para a boda, a lua de mel, e até os prémios: cursos de formação, mobílias, eletrodomésticos, bens de primeira necessidade. Em algumas edições, e mediante sorteio, chegaram a ser entregues apartamentos. 
Depois de meses com notícias e angariações, “o sonho de raparigas pobres, honestas, boas filhas e boas irmãs”, foi ganhando força e no dia 12 de junho de 1958, escrevia-se no jornal que iam mesmo acontecer e estava tudo a postos para os primeiros Casamentos de Santo António, “devido à generosa ternura dos nossos leitores”.

Uma das reportagens do jornal, em 1958 (foto do arquivo da Hemeroteca Municipal).

Nesse ano, os casamentos aconteceram no dia 13 de junho, com 36 casais a dizerem o sim. Na véspera, o jornal escrevia que as 36 noivas, as tais “raparigas pobres”, era por diversas vezes referido, iriam conseguir realizar o que tanto desejavam: “elas sabiam e sentiam que os seus prometidos eram bons rapazes e desejavam do fundo do coração o enlace breve. Mas as dificuldades materiais eram tantas para remover que muitas se sentiam já sem esperança, exaustas algumas, na luta pelo que, em muitos momentos, consideravam já impossível”.
As ajudas e prémios eram já consideráveis. A Santa Casa deu dinheiro (12 mil escudos, que era então uma grande soma), a Câmara de Lisboa ofereceu o copo de água aos jovens e suas famílias, nos Paços do Concelho, e o próprio “Diário Popular” pagou os documentos e burocracias e deu a cada casal 500 escudos para as primeiras despesas.
Os vestidos foram oferecidos por marcas comerciais, bem como chapéus, sapatos, transportes e até “vestidinhos para os primeiros filhos” dos casais. As dádivas em trabalho, em serviços ou dinheiro vinham afluindo desde que o anúncio fora feito a 13 de abril e tudo foi entregue aos noivos, numa festa que fez honras de duas extensas páginas, na edição vespertina do próprio dia 13, com todo o relato no histórico jornal.
Já no dia 14, eram noticiados alguns prémios e agradecimentos de última hora: duas diárias em datas à escolha para os noivos, pela Pensão Nova Sintra, fatos e gravatas, caixas de espumante.
Hoje em dia, não é assim tão diferente. Os mais de 30 patrocinadores da cerimónia oferecem os vestidos de noiva, os fatos para os noivos, os sapatos, os penteados, o copo de água, além cerca de mil euros, para gastar em electrodomésticos e tecnologia, a lua de mel, a noite de núpcias e as alianças, entre outras ofertas. Agora há um site, onde tudo é explicado, da candidatura aos requisitos, e onde são apresentados os noivos.
Além da ajuda financeira, um dos motivos que leva os cidadãos a continuarem a participar nos casamentos de Santo António é a tradição e o mediatismo, mas o facto de tudo ser incluído, da maquilhagem ao cabeleireiro, ajuda muitas famílias.
Os casamentos de Santo António realizam-se há 60 anos mas foram interrompidos em 1974, após 16 edições patrocinadas pelo “Diário Popular”, e recuperados trinta anos depois pela Câmara de Lisboa, em 2004.

Imagem da capa: ZankYou.pt
Fonte: NiT

https://bit.ly/3fil5AT




terça-feira, 9 de junho de 2020

Somos vencedores do Wedding Awards 2020 do Casamentos.pt

Este ano a 'tudo o que quiseres ®' volta a ser reconhecido pelo Casamentos.pt.


«Senhora da Hora, 09 de Junho de 2020. - tudo o que quiseres ® de Matosinhos foi galardoado com o Wedding Awards 2020 dentro da categoria de Convites. Um grande reconhecimento para este profissional do setor de casamentos, que é descrito como um dos melhores fornecedores do setor em questão. »

Este ano tinha tudo para ser bom! O 10º aniversário, uma agenda cheia, noivos maravilhosos (como todos os meus noivos!) e em Março tudo mudou.
A 'tudo o que quiseres ®' fechou a porta mas não baixou os braços!

E eis que, numa altura em que a confiança retorna, aos poucos, no sector, surge este reconhecimento, que reflecte a confiança depositada em mim e na 'tudo o que quiseres ®' para tornar um dia especial num dia ainda mais especial. A confiança dada é um bem valioso que eu prezo. 

Num ano tão atípico, em tempos tão conturbados e tão incertos, hoje fiquei realmente feliz. Hoje lembrei-me, novamente, porque comecei. 

Agora venham os próximos trabalhos, os próximos anos e, se possível, com a mesma confiança depositada pelos noivos como até hoje.

Estou de coração cheio! OBRIGADA A VÓS!

https://bit.ly/2YkQLyH